Sou Renata e, assim como você, cresci me identificando com referências. Primeiro, fui a filha do Benigno; depois, a esposa do pai do meu filho; e, por último, a mãe do Ian.
Percebi que, ao retirar minhas referências, senti uma angústia profunda, porque não sabia quem eu era quando todas elas deixaram de me definir.
Foi, e está sendo, um processo de acolhimento, autoconhecimento e descobertas. Tenho curado feridas que nem eu sabia que existiam.
Preciso te dizer que essa travessia é, algumas vezes, dolorosa; solitária, porque é você com você mesmo; e, ao mesmo tempo, incrivelmente enriquecedora. É a partir dela que você percebe a infinidade de possibilidades do que pode se tornar.
Junto com tudo isso, veio uma inquietação que só a escrita me ajudou a entender e a colocar para fora: minhas angústias, dúvidas e alegrias. Por tantas vezes, ela me salvou de mim.
Este blog foi criado para dividir minhas percepções, sentimentos, amores, amizades e tudo aquilo que me inquieta.
São sentimentos meus, mas que também poderão ser os seus...
Vamos juntos nessa jornada que pode te ajudar a nomear sentimentos, refletir sobre a vida, as relações e a filosofia.
Termino esta biografia com uma citação de Noar Beaumont:
"Tem dias que a alma sussurra baixo, mas, ainda assim, ela fala. E, se você não escutar com o coração, vai perceber que continuar também é um jeito bonito de florescer."
Faremos aqui um belo jardim.
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